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06/Dezembro/2016

O crime no local de trabalho

O crime no local de trabalho

O fenômeno da desonestidade de funcionários e do comportamento criminoso no local de trabalho resulta em um grande impacto financeiro e moral no negócio. Os fenômenos transcendem culturas e etnias e parecem ser um motivo de preocupação para qualquer economia no mundo.
As estatísticas, que se referem a apenas um aspecto de crime no local de trabalho – furto por funcionários –, são alarmantes: de acordo com um estudo do Departamento Americano de Comércio, de 2001, a desonestidade de funcionários resulta anualmente em um custo excedente de US$ 50 milhões a empresas americanas. A Câmara Americana de Comércio estima que 75% de todos os funcionários furtam pelo menos uma vez e que metade destes roubam de novo... e de novo. A Câmara também relata que um em três negócios quebra como resultado direto do furto por funcionários.
O furto interno constitui um problema ainda maior que o demonstrado por esses números. Para contextualizar o problema, seguem alguns fatos amplamente aceitos por especialistas:

· A maior parte dos furtos por funcionários não é detectada pela gerência.
· Quase todo negócio é vítima furto por funcionários em algum nível.
· A maioria dos funcionários honestos prefere não tomar conhecimento de furto por funcionários e não relata o fato.
· Funcionários desonestos roubam o máximo possível, na medida em que o sistema permite, e não param até serem pegos.
· Mesmo funcionários bem pagos se envolvem em crimes no local de trabalho.

A definição mais comum utilizada para descrever o fenômeno é: Furto por Funcionários. Furto por funcionários é qualquer apropriação indébita intencional de propriedade do empregador. Entretanto, furto por funcionários não se refere apenas à apropriação indébita de propriedade ou mercadorias do empregador, e inclui também o “skimming” (vendas embolsadas antes de serem registradas), falsificação de recibos (cobrar um valor do cliente, registrar um outro valor e embolsar a diferença), “registros nulos ou em valor menor (vendas são registradas como nulas, fazendo parecer que o cliente devolveu as mercadorias), recibos encobertos (reter dinheiro e recibos), furto de mercadoria, folha de pagamentos fictícia (autorização salários para empregados fictícios), despesas superfaturadas, fraude em compras (os funcionários às vezes declaram-se fornecedores de mercadorias não-existentes e subseqüentemente reembolsam a si mesmos), fraude de tempo (tratar de assuntos pessoais durante o trabalho), suborno, fraude, desfalque, venda de informações internas, etc. e etc..

Sinais de Alerta

A existência de um adversário interno não ocorre na organização sem ser notada. Alguns dos sinais de alerta são:

· Discrepâncias entre os registros do inventário e as contagens físicas.
· Um número excessivo de documentos anulados.
· Fotocópias de faturas nos arquivos.
· Discrepâncias no caixa.
· Depósitos bancários diários que não correspondem aos recibos.
· Cheques sem fundos que são aceitos com freqüência ou aprovados por um funcionário específico.
· Despesas de frete inadequadas.
· Negociações em fins econômicos aparentes.
· Uma notável alta porcentagem de reembolsos ou crédito.
· Muitas transações relacionadas feitas pela mesma pessoa.

Surpreendentemente a maioria dos funcionários que foram pegos cometendo um ato ilícito não se consideram criminosos. Além disso, é socialmente aceitável cometer alguns dos atos dos quais esses funcionários são acusados. Esses funcionários consideram-se funcionários honestos que cometeram violações disciplinares, e não ladrões. A razão para essa cegueira repentina pode ser encontrada no mecanismo de defesa psicológica humana, que racionaliza o ato. Para superar o conflito interno entre trair o seu gerador de renda e o ato ilícito cometido pela pessoa, o mecanismo simplesmente se estabelece para superar a ansiedade resultante do conflito.
As empresas devem tomar as seguintes precauções para proteger-se da exposição à desonestidade dos funcionários (segue uma lista muito parcial):

· Estabelecer uma política clara em relação a assuntos relacionados a integridade (tolerância zero é altamente recomendada)
· Criar normas (como código de ética, código de conduta, etc.)
· Pré-seleção de candidatos
· Filtragem periódica de funcionários
· Conduzir inventários físicos com freqüência
· Separar funções contábeis
· Aprovar pessoalmente ajustes contábeis
· Controlar pessoal que assina cheques
· Revisar extratos bancários mensais
· Controlar o caixa pequeno
· Separar compras e contabilidade
· Controlar os cartões de crédito da empresa
· Documentar todos os relatórios de despesas

A implementação de todas essas soluções criará uma mudança gradativa na cultura de integridade organizacional em direção à fase final de confiança entre todos os membros da empresa.

Fonte: Artigo de Tuvya Amsel, em http://www.eticaempresarial.com.br/



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