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29/Novembro/2016

Segurança não é produto de prateleira

Segurança não é produto de prateleira

Com a pressão da crise econômica sobre a sociedade, a violência tem se tornado mais presente e aproveita cada milímetro em que encontra uma oportunidade. Especialmente no tocante à Segurança Eletrônica, o crescimento da oferta de produtos “de prateleira” e de “pacotes prontos” associado ao aumento da violência, somado à pressão econômica, têm levado gestores (de empresas, condomínios e particulares) a buscar soluções rápidas. É comum eles usarem os conselhos de alguém próximo que passou por situação de risco ou ataque e resolveu o problema de maneira fácil e rápida, resultando em soluções inadequadas e de efetividade questionável.
Uma falha percebida em qualquer Sistema de Segurança (preferencialmente antes de um furto ou consequências piores) tem que ser vista como um convite à reflexão e nova análise sobre os riscos do ambiente que aquele sistema tem de atender. Segundo diz o ditado, esta é a hora em que a pressa em cobrir a falha é inimiga da perfeição e consequentemente, amiga do ladrão.
A Segurança Eletrônica baseia-se em análises de risco e soluções técnicas adequadas às vulnerabilidades internas e externas de cada negócio ou situação, com uma visão equilibrada da relação custo/benefício dos equipamentos, associada a uma instalação apropriada, feita por técnicos especialistas com a implementação de uma política de manutenção preventiva/corretiva dos equipamentos utilizados.
Aliás, temos encontrado cada vez mais “concorrentes aventureiros” (que não são nem técnicos) dispostos a entrar em cotações com equipamentos de baixa qualidade, com uma instalação feita por um eletricista qualquer (subcontratado), mas que consegue fazer o equipamento funcionar à primeira vista. O contratante fica muito satisfeito pois fez uma concorrência, gastou pouco e “resolveu o problema”. Aí, em questão de semanas, vem a primeira pane e a surpresa: a empresa que instalou o sistema desapareceu por detrás de uma cortina de fumaça... não se consegue contatar nem o “dono” da empresa.
Então, em desespero, os contratantes correm para as empresas com mais anos de experiência, que reanalisam o sistema e, com frequência, constatam equipamentos inadequados, conexões malfeitas e, não raramente, têm que redesenhar todo o layout de segurança, usando o máximo possível dos itens que já foram comprados para minimizar o prejuízo.
Testemunhamos também um caso, em que um desses “aventureiros” não desapareceu na hora da pane; pois tinha combinado com aqueles subcontratados que fizeram a instalação para que fizessem pequenos danos nos cabos, causando a necessidade de uma manutenção urgente por “razões desconhecidas”... Neste caso, o contratante solicitou a um especialista a análise prévia da fiação e este (o especialista), por ser um profissional capacitado, identificou o dano proposital. Como resultado, o contratante perdeu totalmente a confiança no “aventureiro” e teve de refazer todo o cabeamento com uma empresa em que pudesse confiar. Novamente, “o barato sai caro”.
Fruto dessa vivência, recomendamos àqueles que fazem as concorrências, que procurem fazer uma análise de risco e layout do Sistema de Segurança adequado à sua realidade com um especialista, para que só então se possa comparar “maçãs com maçãs” e ter certeza de que a escolha trará os resultados esperados.

Fonte: Artigo de Attila Sanchez Leme, consultor técnico comercial da empresa Saint Germain, em http://www.portaldaseguranca.com.br/.



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